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#Tear: Revista de Educação, Ciência e Tecnologia

ISSN 2238-8079

 

CHAMADA DE TRABALHOS/CALL FOR PAPERS/LLAMADA DE TRABAJOS:

 

Volume 6, número 1 (2017):

Dossiê: INCLUSÃO DIGITAL

Organizadores: Profa. Dra. Carine Loureiro (IFRS) e Prof. Dr. Milton Shintaku (IBICT).

Ser usuário das tecnologias digitais como condição de inserção nos modos de viver na atualidade traz à tona a discussão acerca da inclusão digital. Provavelmente o mais adequado seja falarmos em gradientes de inclusão digital, uma vez que o amparo no binarismo incluído/excluído parece não fazer sentido. É pouco coerente rotularmos como excluído digital quem não se utiliza das tecnologias para estabelecer relações sociais, fazer transações bancárias, compras, entre outras atividades, mas faz uso de tais artefatos para trabalhar e se comunicar. Talvez seja também incoerente classificarmos como incluído digital aquele que tem acesso às tecnologias em rede somente por meio da instituição de ensino, da lan-house, ou do trabalho. Com isso, buscamos argumentar que nossa condição é ora de incluído, ora de excluído digital, e, dessa maneira, o termo in/exclusão digital parece soar mais apropriado para se fazer referência ao acesso às tecnologias digitais. Verificamos um contínuo do totalmente incluído ao totalmente excluído, com inúmeras posições intermediárias, revelando um cenário complexo, digno de aprofundamento científico. A partir do exposto, temos um duplo objetivo: fomentar a discussão acerca do tema e convidar pesquisadores a problematizar a questão da inclusão digital na educação. Artigos científicos resultantes de pesquisas inéditas que estejam dentro desse escopo serão muito bem-vindos à presente chamada da  #Tear: Revista de Educação, Ciência e Tecnologia.

Prazo final para submissão: 31 de março de 2017

Previsão de publicação: julho de 2017

 

Volume 6, issue 1 (2017):

Dossier: DIGITAL INCLUSION

Organizers: Prof. Dr. Carine Loureiro (IFRS) and Prof. Dr. Milton Shintaku (IBICIT).

Being a user of digital technologies as a condition of entering in the ways of living nowadays brings to light the discussion regarding digital inclusion. Perhaps it is more suitable to be talking about gradients of digital inclusion, once the binary opposition included/excluded seems not to make sense anymore. It is not coherent to label as digital excluded the one who doesn’t use the technology to establish social relations, make bank transactions, buy a product, or do other activities, but uses those artefacts to work and communicate. Likewise, it might be incoherent to classify as digital included the one who has access to network technologies only through educational institutions, lan-houses, or workplace. With regard to that, we argue that our status is of either digital included or digital excluded and hence the term digital in/exclusion seems to sound more appropriate to refer to the access to digital technologies. It is possible to observe a continuous from completely included to completely excluded, with numerous intermediate positions, revealing a complex scenario, worthy of further scientific research. Therefore, we have a dual purpose: encouraging discussion concerning this topic, and inviting researchers to problematize the idea of digital inclusion in education. Academic manuscripts that approach one or more of the themes highlighted here, and resulting from unpublished research, will be very welcomed by the current call for papers of #Tear: Revista de Educação, Ciência e Tecnologia.

Submission deadline: March 31st, 2017

Publishing forecast: July 2017

 

 

Volumen 6, número 1 (2017):

Dossier: INCLUSIÓN DIGITAL

Organizadores: Prof. Dr. Carine Loureiro (IFRS) y Prof. Dr. Milton Shintaku (IBICIT).

Ser un usuario de tecnologías digitales como condición para entrar en los modos de vivir en la actualidad abre el debate sobre la inclusión digital. Quizás lo más adecuado sea referirnos a grados de inclusión digital, una vez que basarse en la lógica binaria de la inclusión o exclusión, a priori, no parece tener sentido. Es poco coherente que etiquetemos como excluido digital a quien no utiliza tecnologías para establecer relaciones sociales, hacer transacciones bancarias, compras, entre otras actividades, pero sí las utiliza para trabajar y comunicarse. De la misma forma, tal vez sea incoherente que clasifiquemos como incluido digitalmente a quien tiene acceso a tecnologías en red solo por medio de instituciones de enseñanzas, de cibercafés o del trabajo. Con eso, buscamos argumentar que nuestra condición puede variar entre la inclusión y la exclusión y, de esa manera, el termino in/exclusión parece sonar más apropiado para referirse al acceso a las tecnologías digitales. Es posible verificar una continua de totalmente incluido a totalmente excluido, con numerosas posiciones intermedias, revelando un complejo escenario, digno de estudio científico. A partir de lo expuesto, tenemos un objetivo doble: fomentar la discusión sobre el tema e invitar investigadores a problematizar la cuestión de la inclusión digital en la educación. Artículos científicos resultantes de pesquisas inéditas que estén dentro de ese rango serán muy bienvenidos a la presenta llamada de la #Tear: Revista de Educação, Ciência e Tecnologia.

Plazo final para envío de trabajos: 31 de marzo de 2017

Pronóstico de publicación: julio de 2017

 

 

 

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